Trekking no Ribeirão da Ilha
Ribeirão da Ilha até Saquinho ( 24 km - 7 horas )
No horário combinado os trilheiros começaram a chegar no Ecomuseu do Ribeirão da Ilha, como era de se esperar, alguns atrasos, mas assim o pessoal já foi se organizando nos quartos da pousada. Um belo dia de sol, foto oficial da turma uniformizada e partimos em direção a Servidão Chico do Alambique, o início do caminho que leva até a comunidade do Sertão do Ribeirão. Subida íngreme, muita conversa e pausa na cachoeira.
Depois de 1h30min caminhando, um belo visual da Lagoa do Peri, Campeche e Joaquina se abriu e mais um pouco aparecia o Alambique do Zeca, a placa já anunciava “pinga”! Alguém comentou em trekking “alcológico”, foi apenas uma degustação, até me surpreendi com a falta de empolgação dos participantes nos 40 minutos que ficamos lá!
O percurso pós alambique era só de descida, avistamos um tucano e pela estrada da Costa de Dentro nos dirigimos à praia da Solidão. O sol já esquentava a molera, estômago já pedia comida, a cach... opz, a água terminando... O trajeto final até a Praia do Saquinho foi o mais desgastante.
Caminhamos 3 horas nesta primeira parte. Alguns curtiram um banho de cachoeira no Saquinho, outros foram direto providenciar o almoço que, como sempre, estava delicioso, valeu Marli. Paulo, da próxima vez você come primeiro!
Depois o Quirino puxou a viola e tocou o seu repertório, animando os trilheiros dançarinos. Nesta prévia o Adilson se destacou com o “pé de valsa”. O Ney estava muito feliz... Alguns providenciaram uma soneca.
Às 16 horas começamos a segunda etapa. A travessia do Saquinho até a Caieira era mais um desafio a ser cumprido. Foram mais duas horas de caminhada, os sinais de cansaço já estavam aparecendo. Na descida o tempo começou a fechar, e trovões anunciavam a chuva. Do alto do morro dava para ver a chuva no continente. Era hora de apressar um pouco o passo, afinal, chegando na estrada ainda restariam mais 10 km até a pousada. Eu falei 10 km e não 02 hein!!!
Uns 06 entregaram as pontas e pegaram um ônibus até a pousada, a maioria seguiu firme nos passos até o final. Já era noite quando chegamos na pousada. Foram mais de 07 horas caminhando. Chegamos antes da chuva!
De banho tomado, cada um ia chegando no restaurante para repor as energias com uma bela janta. A carne com banana mais uma vez foi elogiada. A música ao vivo já rolando e um clima de muita confraternização.
A janta prosseguiu ao som da música e já emendou com festa, por incrível que pareça, tinha gente com “perna” para dançar. O que? Cachaça de mel? Enfim, divirtam-se com as fotos e, nossa, caiu cachaça até em cima do Rod Stewart!
Seguindo o lema "o que acontece no caminho, fica no caminho", este encontro já serviu para programarmos a próxima, sugestões são bem vindas.
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